简体中文
繁體中文
English
Pусский
日本語
ภาษาไทย
Tiếng Việt
Bahasa Indonesia
Español
हिन्दी
Filippiiniläinen
Français
Deutsch
Português
Türkçe
한국어
العربية
اردو
MRV&CO: Prejuízo líquido consolidado é de R$ 626,3 mi no 2T, perda 22,7% menor
Resumo:O que mais pesou no balanço foi a já esperada baixa contábil (impairment) de US$ 110 milhões da Resia
A MRV&CO (MRVE3) – conglomerado de empresas imobiliárias com MRV, Urba, Luggo e Resia – teve prejuízo líquido consolidado de R$ 626,3 milhões no segundo trimestre de 2026. O resultado representa uma perda 22,7% menor na comparação com igual período de 2025.
O que mais pesou no balanço foi a já esperada baixa contábil (impairment) de US$ 110 milhões da Resia, empresa do grupo nos Estados Unidos que está sendo fechada. Essa divisão de negócios reportou a perda por causa da venda de empreendimentos e terrenos abaixo do valor patrimonial, em meio a uma piora do mercado por lá.
Esta foi a segunda baixa contábil reportada em MRV&CO. Há um ano, o grupo já havia comunicado um impairment de US$ 144 milhões no início do processo de venda dos ativos nos EUA.
“Vendemos em condições de mercado piores do que o imaginado”, afirmou o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da MRV&CO, Ricardo Paixão. “Não conseguimos recuperar valores com juros e despesas de projetos. Mas o racional aqui é sermos bastante pragmáticos, optando por vender abaixo do valor patrimonial para desalavancar mais rápido.”
Outro ponto que pesou foi a linha maior com despesas financeiras, que consideram custos da dívida, cessão de recebíveis e contrato derivativo de ações (equity swap).
Já no critério ajustado (que exclui esses efeitos financeiros e não recorrentes), o resultado líquido consolidado chegou a um lucro de R$ 73,8 milhões.
Minerva (BEEF3) tem queda de 57% no lucro do 2º tri, para R$ 197 milhões
Receita líquida da companhia ficou em R$14,1 bilhões, valor 1,3% maior que o registrado em 2025
A receita líquida consolidada somou R$ 2,99 bilhões no segundo trimestre, alta de 10,7% na mesma base de comparação anual. Essa subida foi puxada pelo desempenho da MRV, com aumento das vendas de imóveis, melhora da margem e evolução das obras.
As despesas operacionais consolidadas alcançaram R$ 1,1 bilhão no segundo trimestre, recuo de 18,9%. Dentro desta linha, as despesas comerciais totalizaram R$ 273,1 milhões (alta de 10,4%, acompanhando mais lançamentos e vendas), enquanto as despesas gerais e administrativas foram de R$ 158,8 milhões (crescimento de 1,2%).
O resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas financeiras) gerou uma despesa líquida de R$ 393,2 milhões. Esse montante representou uma alta de 60% na comparação anual.
A geração de caixa ajustada e consolidada foi de R$ 70 milhões no segundo trimestre.
Leia mais:
A dívida líquida consolidada chegou ao fim do segundo trimestre em R$ 5,9 bilhões. A companhia também informou que, com a venda de empreendimentos e terrenos da Resia, a dívida líquida consolidada vai cair para R$ 4,6 bilhões.
“Continuamos na linha forte de venda de ativos para reduzir o impacto no balanço, até chegar num ponto em que a operação Resia será descontinuada”, acrescentou Paixão.
Unidades de negócios
A principal divisão de negócios, a MRV, teve lucro líquido ajustado de R$ 155 milhões no segundo trimestre, alta de 28,2% ante o mesmo período do ano passado. A geração de caixa foi de R$ 148,7 milhões.
A margem bruta da MRV foi de 31,2%, expansão de 1,0 ponto porcentual, ajudada pelo aumento na receita e pela diluição de custos. A companhia tem subido o preço dos imóveis em ritmo igual ou superior à inflação com vistas a melhorar seu lucro. No trimestre, o preço médio dos apartamentos vendidos foi de R$ 271 mil, enquanto os lançamentos chegaram a R$ 277 mil.
Banco do Brasil (BBAS3) tem lucro líquido de R$ 3,9 bi no 2T, alta anual de 3,3%
Na comparação trimestral, o lucro avançou 13,9%
Por outro lado, a MRV cancelou vendas de clientes inadimplentes no período, o que brecou temporariamente a trajetória de crescimento da margem bruta, cuja expectativa é subir para 35% no futuro.
A margem esperada com o resultado dos exercícios futuros (margem REF) bateu em 44%. “Como temos subido preço e controlado os custos, temos acumulado margem melhores. À medida em que esses empreendimentos mais novos contribuam com a receita dos próximos balanços, a margem bruta e a REF vão convergir”, estimou o diretor financeiro.
A Resia teve prejuízo de US$ 117,4 milhões, perda 16,8% menor na comparação anual, impactada pelo impairment. Pela frente, há cerca de US$ 360 milhões em ativos restantes a serem vendidos, considerando um empreendimento próprio, participações e a fábrica de pré-moldados.
As outras duas empresas do grupo tiveram resultados mistos. A Luggo registrou prejuízo de R$ 9,9 milhões, enquanto a Urba teve lucro de R$ 800 mil no período.
Isenção de responsabilidade:
Os pontos de vista expressos neste artigo representam a opinião pessoal do autor e não constituem conselhos de investimento da plataforma. A plataforma não garante a veracidade, completude ou actualidade da informação contida neste artigo e não é responsável por quaisquer perdas resultantes da utilização ou confiança na informação contida neste artigo.
Corretora WikiFX
FOREX.com
pepperstone
EBC FINANCIAL GROUP
Exness
FXTM
VT Markets
FOREX.com
pepperstone
EBC FINANCIAL GROUP
Exness
FXTM
VT Markets










